1 de setembro de 2010

10 melhores jogos que já joguei – 2010

Postado por RobsonB às 12:55 PM

Confira os 10 mais que já joguei até hoje! Continuando a postagem do ano passado, essa lista foi refeita com base nos jogos que mais me influenciaram como jogador. São os melhores, por que elevaram meu modo de ver e interagir com o videogame.

10. Super Mario Bros 3 (NES)
Um jogo grande do encanador, difícil pacas, recheados de itens como nunca se viu. Diria que ele foi mais importante que o World do SNES, pois foi um mundo a parte. Faria par com o Yoshi’s Island.

9. Tiger Woods PGA Tour (PS2)
Sempre achei bacana golfe. Mas da mesma forma, sempre achei os jogos de golfe um tanto ridículos, por mais engraçados que sejam. Da visão de cima, 2D, que está disponível em celulares e na era 16 bits, até os 3Ds, o único que realmente mudou o significado desse esporte foi este. Jogo, ainda, o 2008 do PS2 e considero um dos jogos mais brilhantes e difíceis que já joguei (especialmente contra a máquina).

8. God of War 3 (PS3)
Tirou leite de pedra. Oitavo lugar, RobsonB?! Pois é… eu simplesmente não consigo acreditar que um jogo viciante como este conseguisse ter algo que fosse chamativo o bastante para que se motivasse a jogar uma trilogia inteira. Mas por mais legal, por mais que Kratos, por si só, seja icônico. Diria que o personagem e o roteiro é mais hypado que o jogo em si. Reconheço, que de 2000 até 2005 eu simplesmente não me recordo de grandes jogos de aventura, God of War mudou isso e o fez de forma surpreendente! O terceiro foi chave de ouro. E não além disso.

7. Castlevania: Symphony of the Night (PS1)
Incluir partes de RPG no mítico Castlevania foi um golpe arriscado. Por todas as suas partes somadas, arrisco que este seja o melhor da série que já joguei. SotN não foi só criativo, foi viciante. Embora também seja um dos mais fáceis da série, as partes em 2.5D do cenário foram incríveis, realçaram tudo e tornaram o que seria um tedioso jogo em plataforma em algo que fosse bonito e interessante. A quantidade monstruosa de armas e ataques a escolher contribuiram para isto, mesmo que alguns inimigos tivessem de ser mortos uma centena de vezes… este foi um dos jogos que certamente encabeçaram a lista dos melhores do PS1.

6. GTA San Andreas (PC)
Ok, não é o mais recente. Mas, o cenário não é cansativo, tem zonas remotas (que eu adoro), ele conseguiu fazer o mesmo que o primeiro GTA fez. Ser intenso. Dá pra arriscar que o melhor da série foi aprimorado neste, a quantidade de opções foi feita no capricho. Desde carros, opções de carteiras, missões laterais, roteiro… Pensei em colocar o GTA IV, o mais recente, mas não acho que seja justo. San Andreas foi épico, tinha de tudo, até aquele Space Invaders de fliperama e uma sinuca difícil de doer. A física é um pouco desajeitada e o modo de tiro do GTA IV é muito melhor, mas se fosse feito hoje, San Andreas seria ainda mais incrível. Por gráficos, se eu fosse pensar assim, o GTA V seria melhor (quando sair, um dia…).
Violência por violência, vou citar Twisted Metal (destaque ao TM2) e Road Rash… precursores de sair batendo ou atirando por aí…

5. Shadow of the Colossus (PS1)
Quando se pensa que todos os tipos de jogos pensáveis já foram feitos, eis que surge este. É indescritível. Algo tão simples tornar o modo de jogar tão complexo. Ele cansa, verdade, mas é inegável que é uma obra prima!

 

4. Killzone 2 (PS3)
Não sou do tipo shooter… o FPS que mais joguei, pra dar entendimento, foi o primeiro DOOM no DOS (que era bom pra caramba). KZ2 fez eu me tornar um jogador que gosta de dar tiros. Foi vício no primeiro botão. Um jogo bom é um jogo que não sai da sua cabeça quando você não está jogando… e este é exatamente assim pra mim. Nerdices de jogador, eu sei, mas é relaxante sair catando cabeças com a M82. (pra decorar até nome de arma, tem que ser um jogo bom)

3. Metal Gear Solid (PS1)
Não joguei o MGS2 e não fechei o MGS3 e MGS4. Mas este eu posso dizer que fechei. E enfrentar um T-Rex de metal como último chefe e sair correndo num túnel de jipe foi legal (e difícil) pacas. O conjunto, o modo stealth, a novidade de enganar os inimigos, o modo de atirar… só me recordo de outro jogo bom como este, o Parasite Eve. Mas MGS é superior em todos os sentidos. Lendário. E as VR Missions?! Bah… é um dos nomes que tornou o PlayStation m PlayStation!"

2. Little Big Planet (PS3)
Simplesmente incrível. Talvez, só batido pelo LBP2. Um dos 5 principais motivos de se comprar um PS3 (junto com o KZ2, GT5 e GoW3 e o leitor BluRay do console). Uma simplicidade viciante, cenários ricos de detalhes, roteiro agradável (e dispensável pra quem só quer a aventura). Um "must-play", diria. Mesmo hoje, sempre que me aparece a oportunidade estou convidando amigos para jogar comigo, é cooperativo e competitivo na medida certa!

1. Gran Turismo 2 (PS1)
Era óbvio, eu sei. Não coloquei o GT5 por uma razão: não foi lançado. Adorei o GT5 Prologue, mas espero mais do final. GT4 é bacana, claro, mas não me fez ficar imerso no universo de Gran Turismo como o segundo. Esse jogo arrancou até o último bit do PlayStation original. Era rápido, numa época em que os gráficos eram limitados e a VGA do console tinha miseráveis 2MB. Nesse ambiente, esse é um jogo de respeito. Adoro Tourist Trophy, também. Mas quem guiar o Opel Calibra Touring ou o Suzuki Escudo no GT2 vai entender muito claramente o que eu estou querendo dizer… e as pistas exclusivas da série? Todas ótimas. A quantidade de carros? Incrível! Simulador, mas com jeito de arcade. Realista? Nem tanto, talvez, mas sem dúvida, pra 1999, um feito, um marco, fácil o melhor jogo do console. Pra mim, o melhor de todos os tempos. E esse eu me orgulho muito em dizer “zerei os dois discos”… sim, os dois! Smiley de boca aberta

 

Revisitando Dante’s Inferno… concluído!

Postado por RobsonB às 7:17 AM

aheartquestionSurpreendentemente curto, diria. Bom, o jogo começa muito mal. Nele, o andamento da história é dividido em 9 anéis, dos quais os 3 primeiros remetem muito ao God of War, especialmente pelo modo como é apresentado o uso de armas e o ambiente, os 3 seguintes não tem nada que seja exatamente marcante, em si, tornando esses 6 primeiros anéis do jogo um ponto forte para que sua nota caísse muito.

O que acontece é que os 3 últimos anéis mudam o ritmo do jogo, com desafios muito intensos, 10 arenas e outras coisas, além de um cenário de deserto e um de gelo… e daí? Bom, me senti transportado de um “God of War wannabe” para algo que eu sempre pensei em como seria Diablo II se o jogador fosse um pouco mais livre em movimento e com maior resolução. Mesmo sendo trechos bastante curtos nesses ambientes, o que os 3 últimos anéis reservam dentro do ambiente e, naturalmente, o desfecho da história e o último chefe, um outro jogo. Melhora, e muito, o jogo.

Pra mim, como jogador, dobrou a nota de experiência do Dante’s Inferno… e ele terá uma continuação.

 

28 de agosto de 2010

Ahh meu tédio… é Dante’s Inferno

Postado por RobsonB às 5:04 PM

dantes-inferno

Pessoal da XY Games me passou esse jogo para testar e brincar no fim de semana. Devo estar pouco antes da metade dele, creio eu. O que eu posso dizer é que é um “God of War wannabe”, até nos comandos. Foi um jogo bem feito, até por ali, tem uma história que é convincente, mas o andamento e os ataques são bem chatos e entediantes. O personagem não tem o carisma (ou a estúpida e adorada brutalidade) de Kratos, em alguns momentos fica como se não soubesse a que veio.

dantes_nota

ATENÇÃO! HÁ SPOILERS DA HISTÓRIA ABAIXO!

O que o salvaria? O roteiro… mas ele não é apresentado de forma animada, são pilhas de texto, cansam em meio a ação, dando uma sensação de 8 ou 80 no que está acontecendo. Em alguns momentos o personagem parece ter a necessidade da maior pressa do mundo, em outros tem todo o tempo aos seus pés. O cenário é repetitivo. É como se fosse o God of War 1 só na parte do Hades (que é, históricamente, uma das mais chatas da série exclusiva da Sony).

Muitas coisas o fazer querer estar no lugar do God of War, posso citar o modo de arrebentar as fontes, que é meio demorada e chata (e muito similar as caixas de orbs e itens do God, embora no Dantes tudo se abra como se abre uma porta no GoW). A forma como ocorre o corte de luz nos ataques, o jeito como o ataque começa em curta distância e segue expandindo a arma (tal qual as blades de Kratos pelas suas correntes), a movimentação em geral, os quebra-cabeças em estilo minigame para gerar um combo ou morte mais brutal, a trilha sonora, a forma de se dependurar e o uso de cordas e paredes remetem claramente ao God of War. Isso para anotar o que é escancarado mesmo. A sequência de ataque é bem fluída, mas repetitiva… ao contrário do que se adora no God of War, nele não dá pra combinar muitos ataques. No geral tu opta por um e, por meio da evolução dele no decorrer do jogo, segue repetindo até expandir o ataque a um nível maior, com maior dano.

A magia da cruz para atacar inimigos distantes é rápida e exagerada… me lembrou algo das magias de Castlevania. Em geral, ao morrer em alguma etapa, a sequência para o minigame é a mesma, o que torna o jogo mais decoreba que interativo em si. Na hora de absolver alguém ocorre um minigame muito similar ao Guitar Hero…

Os itens, a forma de usar eles e o modo de evolução também jogam para essa linha. A câmera, fixa no cenário, e o ambiente seguem a mesma perspectiva de God of War… até a parede de fogo que barra o avanço do personagem para obrigar a enfrentar inimigos ficou similar… E, por que não, o poeta fantasma ficou muito similar a Atena (primeiro GoW) e a Pandora (terceiro GoW) no andamento da história… Fracassou por dar menos opções. A barra de energia e mana… dispensa comentários.

Até mesmo o especial (Ira dos Deuses, Titãs ou Fúria Espartana) que aumenta momentâneamente a força e velocidade dos ataques, aumentando a defesa é idêntico ao de God of War.

Os inimigos que voam e cospem fogo em ti são bastante similares aos inimigos chatos que se jogam em ti no God of War… e a esquiva, embora diferente na tela, funciona da mesma forma também. Porém, o ambiente em geral é mais abusado, deformado, e isso eu gostei. Mesmo que as paredes com centenas de inimigos me parecesse um enorme GIF animado, ver desta forma foi o que pensei que os níveis do Hades deveriam ser mais como em Dante’s Inferno… em God of War 1 o inferno era um monte de escombros ou carne esponjosa… no GoW3 surgem cachoeiras de inimigos caindo… em Dante’s não somente, nele eles estão empalados, gemendo em agonia eterna, algo mais propício do que julgamos que deva ser o inferno.

Vejo que God of War queria ter (e com sucesso) referências da Grécia. Os cenários, os inimigos, remontam ao que temos em mente quando pensamos na Grécia antiga. Dante’s Inferno me fez pensar que seria algo como o que a Igreja Católica nos ensina como inferno na era medieval. Impossível não pensar em Assassins Creed na fase do Hades medieval com minigame de Guitar Hero. Soa estranho… mas Dante’s Inferno não tem nada de original, apenas mesclou partes brilhantes de outros jogos numa embalagem só, provando que mesmo quem goste de um ou outro jogo em particular, vai achar um pé no saco este aqui.

Se é pra dar uma nota, acho que seria um 4,0 (de 10)……merecido pelo roteiro e pelos bons gráficos até, mas tudo que se move é estranho e o cenário é cansativo. Não recomendaria para comprar, mas pra quem gosta do modo de jogo do God of War, sugiro que ALUGUE Dante’s Inferno. Um final de semana basta para saber o que há com este jogo… e não consigo me animar em pensar num replay.

 

19 de agosto de 2010

Killzone 2 – Game do PS3

Postado por RobsonB às 1:38 PM

games_agosto

Exclusivo do PS3, no caso… Killzone 2 foi um presente da XY Games pelo meu aniversário. Um ótimo presente, por sinal, pois eu nunca fui ligado em FPS e confesso que tinha o maior receio de pegar o jogo, mas no fim, em 10 minutos já me acostumei com o básico dos comandos e comecei a fuzilar geral… bom game, ótimos gráficos, bom roteiro até onde vi e, sem dúvida, muito mais ágil e fácil do que pensei que seria. Acho que tinha um preconceito dos poucos shooters que peguei no PS1 ainda.

E esse é meu quarto jogo neste ano, mantendo a média de um game a cada 2 meses.

E olhando os meus jogos percebi que comprar o PS3 foi uma ótima escolha nessa geração… 3 dos 4 são exclusivos dele, nada mal…

Killzone 2? RECOMENDADO!!

 

17 de agosto de 2010

Exclusividades do RobsonB na XY Games

Postado por RobsonB às 12:41 AM

Para promover a vendagem dos jogos e a união dos jogadores por meio de produtos exclusivos e de edição limitada, criei usando material publicitário dos jogos uma linha de produtos especiais para a loja.

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A Caneca do RobsonB, que pode ir ao microondas, com impressão fotográfica direto sobre a cerâmica e com arte de altíssima definição feita sob medida para a mídia. O resultado são imagens vibrantes dos jogos consagrados para melhorar ainda mais o seu café. E não são só canecas… há boné (Mario), camisa e mouse pad (Mario e Final Fantasy).

 

13 de agosto de 2010

Haverá sucesso para Gran Turismo 5?

Postado por RobsonB às 10:03 AM

Em produção por 5 anos, por que se esperaria sucesso de Gran Turismo 5?

Fotografia do R8 batida por RobsonB

Estava jogando o Gran Turismo 5 Prologue (GT5P) (obrigado ao Rico por isso), uma espécie de versão “beta” da versão final que a desenvolvedora do jogo dispôs para que os fans (tipo eu) não morressem durante a longa espera. A verdade é que o prologue está longe da versão final, já que até mesmo a física do jogo (neste baseada no GT4 final) foi refeita do zero para maior realidade.

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Eu já havia falado que este é, se não O, um dos principais motivos de se ter um PlayStation 3. Venho jogando Gran Turismo 4 (68% concluído já, até novembro eu chego lá) no PlayStation 2 e havia no começo deste ano jogado a pista especial do GT5 com o novíssimo Nissan 370z. E o que se pode esperar do Gran Turismo 5?

 

16 de julho de 2010

Little Big Planet com DLC da Marvel

Postado por RobsonB às 11:21 AM

300785lbpPode ficar MELHOR?! Little Big Planet é um jogo infinito. Chegou a marca de 2 milhões de fases adicionais… e alguns itens adicionais de outras séries, além de colocar Sackboy trajado de personagens de God of War (destacando o Kratos), Assassins Creed, Piratas do Caribe, entre outros, inclui itens novos ao jogo (Piratas, por exemplo, traz um novo material, a água)… mas faltava algo. No hall de personagens famosos, faltavam estes:

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Consegue reconhecer algum deles pelos contornos? Wolverine, Dr Octopus e Homem Aranha são fáceis.

Quer ver alguns mais de perto e saber de mais algumas coisas sobre isso?

 

Manual do Wii

Postado por RobsonB às 9:27 AM

Tava mexendo numas pastas fossilizadas do meu computador e achei isso. é antigona já, mas vale o repost pra quem não viu ou esqueceu. O contexto é algo assim, que eu me lembre, um pessoal fez uma sátira ao manual japonês da Nintendo pro Wii, não sei se continua o mesmo manual, mas é engraçado ver o antes e depois:

manual-wii-1

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Não riu? Bom, pelo abri um pouco de espaço no meu computador…

 

9 de julho de 2010

A evolução dos personagens…

Postado por RobsonB às 11:16 AM

Já faz muito tempo que postei a evolução de personagens de videogame aqui, neste link. Então, encontrei sem fonte a evolução da Lara Croft. Ainda me recordo quando, nos primeiros dias com o PlayStation 1, ainda em 1997, eu jogava o Tomb Raider 2 (a terceira, abaixo) com a então musa dos consoles. E era uma imagem realista.

Lara Croft ao longo dos anos

Hoje, entretanto, para o mesmo gênero está o premiadíssimo Uncharted e a Lara está meio ofuscada. O detalhe do modelo 3D mais recente até que impressiona, queria saber fazer modelos assim num 3D Studio da vida.

 

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  • Rico: Mas olha só, mt boa essa coleção de jogos, o Killzone 2 deve ser mt bom mesmo, um bom presente. Um dia pegarei...
  • RobsonB: Muito obrigado meu amigo. E que possamos jogar juntos também! :D Hoje completo 27 anos.
  • Rico: Olha faltou dizer a idade que completa hj, mas td bem, ninguém quer realmente mostrar que está mais velho…hehe...
  • RobsonB: Como a que tu viu da Fernanda com fotos, mesmo trabalho de impressão. Fica lisinha, fotográfica mesmo! :D
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